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Com início na Reserva o percurso percorre os férteis campos
agrícolas e vinhas até à Vala Real de Alpiarça passando no parque verde
do Carril e pela Casa dos Patudos regressando ao ponto inicial pelo
complexo de lazer dos Patudos.
No local existe serviço
de restauração e facilidade de estacionamento. O percurso tem início
seguindo pela alameda em sentido oposto à entrada na Reserva.
Percorridos uns trezentos metros encontra sinalizado um portão que
depois de passar deve deixar sempre fechado. Siga a estrada de terra em
frente por uns metros até ver à sua direita um trilho estreito envolto
na vegetação que conduz à albufeira dos Patudos. Aqui vire à esquerda
seguindo sempre pelo caminho junto à margem.
Na albufeira, entre muitas outras espécies de aves é comum a Galinha-d?água (Gallinula chloropus).Depois
de passar a ponte de madeira siga em frente e vire à direita, passe
todo o paredão da barragem virando à esquerda para a estrada nacional.
Siga pelo lado esquerda da estrada e atravesse em segurança na
passadeira existente no local. Em frente vai ver um denso canavial que
fica na margem da Vala Real de Alpiarça. Siga pelo lado direito da vala
de drenagem que tem em frente e ao chegar ao canavial vire à direita.
Uns cento e cinquenta metros à frente passe a ponte para a outra margem e
vire à direita.
Este troço acompanha a denominada
Vala Real de Alpiarça, uma linha de água com sessenta e cinco
quilómetros que nasce a leste de Aranhas de Cima, indo desaguar na
margem esquerda do rio Tejo.Siga sempre junto à margem por
uns mil e trezentos metros até chegar à ponte sobre a estrada alcatroada
que liga Alpiarça a Santarém. Com a devida precaução atravesse a
estrada e siga em frente por um caminho asfaltado. Uns cem metros à
frente vire à direita na estrada de terra que segue pelo meio da vinha e
ao chegar na margem da linha de água vire à esquerda.
A
história da vinha e do vinho no Ribatejo é muito anterior à
nacionalidade, tendo sido os Romanos os principais introdutores desta
cultura. Esta região de extensas planícies adjacente ao rio Tejo, está
sujeita a inundações periódicas responsáveis pelos elevados índices de
fertilidade destes solos de aluvião que são por excelência bons para os
vinhos. Os brancos são muito diversificados com uma paleta de aromas que
vai do fresco e aromático Arinto ao rico e floral Fernão Pires, já os
tintos estão historicamente associados a várias castas nacionais e mais
recentemente à conjugação destas com castas internacionais.Nesta
zona ribeirinha é possível observar o colorido Abelharuco (Merops
apiaster), a ave mais exótica que nos vista durante a primavera e verão e
que aqui costuma nidificar. Continue pelo trilho junto à margem por uns
mil e duzentos metros até entroncar numa estrada de terra. Vire à
direita passando a ponte e logo em seguida vire novamente à direita pelo
trilho que segue ao longo da margem oposta por onde veio.Passados
uns seiscentos metros passe a pequena ponte sobre a vala de drenagem e
siga sempre em frente junto à margem até encontrar o mercado da fruta e
parque de merendas do Carril. Aproveite a sombra e frescura do denso
arvoredo para descansar.
Continue pela margem e passe
por baixo do arco da ponte seguindo sempre em frente ao longo da Vala
Real por uns novecentos metros e, ao começar a ver a notável Casa dos
Patudos vire à esquerda pelo caminho que segue junto à vinha, depois à
direita por uns quatrocentos metros no caminho ao longo do casario até à
estrada nacional que atravessa Alpiarça.
Agora ou no
final do percurso a Casa dos Patudos é de visita obrigatória. Este
notável conjunto arquitetónico projetado em 1904 segue o estilo
revivalista e nacionalista da época, evocando vários estilos do passado e
da arquitetura popular, e recorrendo a técnicas e produção portuguesas
nos azulejos, ferragens e mobiliário. No interior um importante legado
da cultura nacional aguarda por si.
Atravesse a
estrada nacional e vire à direita para a albufeira. No paredão da
barragem siga agora pelo lado esquerdo fazendo a margem oposta por onde
iniciou o percurso. Pode optar pelo trilho em terra junto à água ou se
preferir pelo empedrado e sombra da alameda de plátanos e siga por uns
novecentos metros até encontrar uma estrada de terra à sua direita. Vire
aqui e escassos metros depois vire na primeira à direita e siga ao
longo do montado até à margem. A estrada segue por mais uns trezentos
metros e ao entroncar na estrada principal vire à direita e fique atendo
à vedação do seu lado esquerdo para encontrar o portão que dá acesso à
Reserva do Cavalo. Para segurança de todos feche sempre o portão. Este
último quilómetro é feito ao longo de um vale encaixado com grande
biodiversidade onde o canto das aves e o coaxar das rãs quebram o
silêncio.
No topo um prado vedado costuma guardar
alguns cavalos. Ao ver a placa da entrada da Reserva siga em frente e
está no ponto inicial.