A Ribeira de Sor será o eixo principal deste percurso, emoldurado pela constante presença do sobreiro. Inicia-se no ponto mais a montante da Zona Ribeirinha. Atravessamos a ribeira pela original ponte pedonal e passamos para a margem esquerda, onde quase todo o percurso se desenvolverá. Acompanhamos o curso de água e passamos pela ponte da cidade continuando por um caminho de terra que nos leva a uma travessia da Ribeira de Vale do Bispo,
também em ponte pedonal. Continuando para jusante vamos passando por zonas mais rurais, que vão aproveitando a proximidade da água, e começamos a subir a serra. Esta pequena elevação está coberta por uma floresta de sobreiros, que atravessamos até às portas da aldeia de Ervideira, no extremo sul do percurso. Descemos a serra e voltamos às margens da Ribeira de Sor, acompanhando-a agora contra-corrente. Ao longo desta vamos encontrar alguns moinhos antigos, os moinhos da Tramaga, cuja mecânica hidráulica outrora permitiu transformar o grão do cereal em farinha para a massa do pão. Neste troço natural da ribeira, o som da água corrente mistura-se com o canto das aves. Regressando à ponte sobre a Ribeira de Sor, atravessamo-la e descemos até ao aprazível Parque da Marginal, continuando à beira-rio e passando pelas diversas estruturas de lazer aqui existentes, concluindo o percurso no mesmo ponto onde o iniciámos.