Este território é caracterizado pelas imagens clássicas do montado de sobro e azinho, em terrenos dominados pela agricultura de sequeiro. Aqui, encontram-se vastos campos de cereais intercalados com áreas de minifúndio de colonização ancestral. As antigas aldeias agrárias, agora transformadas em típicas aldeias alentejanas, parecem congeladas no tempo, com o branco das paredes caiadas a prevalecer na paisagem.
O percurso é circular, passando por Canhestros e Fortes, o que permite iniciar a caminhada em qualquer uma destas localidades, onde se encontram painéis informativos. Para esta descrição, propomos a saída de Canhestros. Inicie o trajeto no jardim, cruze a estrada com cautela e vire à direita em direção à rotunda. Siga à esquerda pela estrada nacional EN383 por cerca de 1,1 km, até encontrar um desvio à direita.
Ao cruzar a autoestrada A2, vire para sul, atravessando uma vasta área de montado, campos abertos e pinhal, prestando atenção à sinalização. Faça uma ligeira viragem à direita e, no primeiro entroncamento reto, vire novamente à direita. Em seguida, vire à esquerda duas vezes, cruze a autoestrada mais uma vez e chegue a Fortes Novas. Passe junto à povoação e siga para nascente até alcançar o entroncamento final na estrada rural.
Vire à esquerda numa curva de ângulo reto até chegar a Fortes Velhas, um pequeno povoado isolado num outeiro. Vire à esquerda e, em seguida, à direita até cruzar a estrada. Continue em frente por um caminho de terra batida que se estende ao longo de vastos campos de cereais, contornando pequenas manchas de eucaliptal, e passe ao lado da Albufeira do Sequeiro.
Siga à direita entre sobreiros, depois por extensos campos cerealíferos. Ao chegar a um pavilhão agrícola, vire à direita e continue até ao núcleo urbano da Aldeia Velha de Canhestros, onde deve virar à esquerda. Siga em frente até encontrar a EN383, vire à direita em direção à rotunda e continue até retornar ao jardim em Canhestros, completando assim o percurso.